Neste ano em que se comemora o 170.º aniversário do nascimento de Rafael Bordalo Pinheiro e o centenário do Museu criado em sua homenagem, inspiramo-nos na sua visão irreverente para as atividades que prometem agitar o mês de junho, mês das Festas de Lisboa.

 
 

A escolha é variada e a programação eclética: do mais contemporâneo, como as intervenções nos miradouros do CRIAR Lisboa, até à recuperação de tradições com séculos de história, como os Tronos de Santo António.

Este é também um ano de aniversário. A EGEAC faz já 20 anos de atividade. Para o marcar e para devolver a Lisboa um pouco do tanto que ela nos dá, desafiamos 20 ilustradores e 20 escritores a desvendar a sua cidade: o Guia Ler e Ver Lisboa será lançado no dia 8 e durante as Festas, os lisboetas vão poder passear na cidade com o seu autor favorito.

No 10 de junho, convidamos todos a desconstruir a nossa portugalidade com humor: comemoramos o dia de Portugal
com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e o espetáculo “Deixem o Pimba em Paz”, que transforma esse património nacional que é a música pimba em canções que ninguém terá vergonha de cantar; é um prazer proibido em versão pós-moderna.

Em tempo de europeu de futebol, há tradições que são como as equipas: quando são vencedoras, não se mexem. É o caso das Marchas Populares, que este ano juntam à sua veia popular o ensejo caricatural do trabalho de Bordalo Pinheiro, o que promete ser uma combinação arrebatada.

Voltamos também às lojas centenárias de Lisboa com mais uma edição do Teatro das Compras, um convite para (re)descobrir o comércio tradicional na baixa pombalina, com três novos autores que escreveram os textos propositadamente para estas lojas cheias de história(s).

Neste diálogo entre a modernidade e a tradição, o fado tem sempre um lugar especial, e por isso trazemo-lo de volta a um local emblemático da cidade: o Castelo de S. Jorge.

As afamadas sardinhas voltam a oferecer um colorido único às Festas. As vencedoras deste ano são resultado da escolha de cinco jurados de peso no concurso mais participado de sempre, com participações de 70 países.

2016 é um ano com outra efeméride importante: foi há 50 anos que a Ponte 25 de Abril começou a encurtar a distância entre as duas margens do Tejo. Aproveitamos o seu simbolismo para reforçar outras pontes, não apenas sobre o rio, mas entre pessoas.

Terminamos as Festas junto ao Tejo, com um concerto em que uma das bandas mais emblemáticas da cidade, que levou Lisboa para o mundo, se despede dos palcos: os Buraka Som Sistema. Sejam muito bem-vindos a esta travessia que agora se inicia!

Conselho de Administração da EGEAC

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